Os guerreiros índios do Caribe usavam essa matéria corante para pintar o corpo.

Foi introduzido nas Filipinas pelos espanhóis e, desde então, tornou-se um ingrediente importante em muitos pratos. Na Europa, é usado na coloração de vários queijos.

O anato é uma pequena árvore de floração extremamente atraente, que cresce por toda parte do Caribe, no México e nas Américas Central e do Sul. Exibe grandes flores cor-de-rosa, que parecem rosas-bravas. É a matéria corante da polpa que envolve as cerca de 50 sementes no interior dos frutos escarlates, espinhosos e em forma de coração que torna a árvore comercialmente importante.

Também foi usada pelos antigos Maias, na Guatemala.

O anato é muito utilizado na cozinha da América Latina, principalmente como corante, embora também seja um suave aromatizante. No México, as sementes de anato são moídas com outras ervas e especiarias, entre elas o cominho e o orégano, para se obter uma mistura para tempero que tem um forte sabor de flores.

No Brasil, é a matéria-prima fundamental para a famosa mistura "colorífico" (colorau); trata-se da mistura do anato (também conhecido no Brasil como urucum) com o fubá.

Usos
Na forma de semente, vai bem com legumes, peixe, carne de porco e de vaca, sopas, mariscos, camarão, molhos picantes e pratos com ovos.

Como "colorífico", é muito empregado para colorir o arroz, no preparo de farofa, no frango e no picadinho de carne.

No interior do Brasil, a semente colore o óleo, que é usado para dar uma cor alaranjada ao arroz, frango e farofa.

QUANTIDADES SUGERIDAS PARA USO EM VÁRIOS PRATOS
2 colheres (sopa) para 1/2 kg de carne moída.
1 colher (chá) para cada xícara de arroz.

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